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Diagnóstico de Dinâmica a Dois
O que acontece com o seu relacionamento depois que a discussão acaba?
Todo casal discute — isso é normal. O que realmente define se a relação vai prosperar ou se desgastar com o tempo é o que acontece nas horas e dias seguintes.
Vocês se reconectam rápido, limpam o ar e voltam a sintonizar? Ou o clima fica pesado, os assuntos antigos voltam à tona e cada briga deixa um ressentimento difícil de tirar?
Descubra em apenas 2 minutos o nível real de sintonia e resiliência do seu par respondendo a 8 perguntas práticas.
Pergunta 1 de 8
O tempo de resfriamento
Após uma discussão mais intensa...
Quanto tempo você e seu parceiro(a) levam para conseguir conversar novamente sem o peso da irritação acumulada?
Poucas horas — logo a poeira baixa e conversamos
Um dia, no máximo, e o clima normaliza
Vários dias digerindo a situação em silêncio
Uma semana ou mais — o clima ruim se arrasta
Pergunta 2 de 8
A iniciativa de zerar o placar
Quando a tempestade passa...
Como costuma ser o processo para pedir desculpas e baixar a guarda na relação?
É natural — qualquer um de nós dá o primeiro passo sem orgulho
Geralmente um cede, mas às vezes custa um pouco
Dificilmente alguém assume o erro primeiro; fica um jogo de espera
Quase nunca pedimos desculpas; o assunto simplesmente morre abafado
Pergunta 3 de 8
O padrão das conversas posteriores
Quando tentam esclarecer o que aconteceu...
A conversa consegue focar na solução ou o diálogo acaba desandando para um novo bate-boca?
Quase sempre conseguimos dialogar de forma madura
Às vezes resolvemos, às vezes esbarramos na defensiva
Raramente flui — quase toda tentativa vira discussão de novo
Evitamos ao máximo conversar sobre o assunto para não estourar
Pergunta 4 de 8
O clima na rotina
Nos dias seguintes a um atrito...
Como fica o ambiente da casa e a convivência de vocês no dia a dia?
Leve e receptivo — nos reaproximamos rápido
Um pouco reservado no início, mas logo volta ao normal
Frio — percebe-se um distanciamento claro de um ou de ambos
Tenso e pisando em ovos — há muita cautela no ar
Pergunta 5 de 8
A retomada do afeto e do toque
Pensando na intimidade física e carinho...
O abraço, o cafuné e o contato físico voltam naturally após uma fase de estresse?
Sim, buscamos o aconchego e o toque logo que nos acalmamos
Voltam aos poucos, conforme o gelo vai derretendo
Demoram bastante dias para acontecer de forma espontânea
Ficam travados; há uma barreira invisível de proximidade
Pergunta 6 de 8
O bom humor e a leveza
Sobre dar risada e interagir com descontração...
Vocês conseguem voltar a brincar e interagir de leve logo depois de um desentendimento?
Sim, a leveza volta rápido e sabemos separar as coisas
O bom humor retorna gradualmente após o dia passar
Leva tempo; qualquer gracejo soa inadequado por dias
A descontração sumiu por completo; o clima fica pesado e sério
Pergunta 7 de 8
O estoque de cobranças passadas
Quando uma nova discussão acontece...
Erros antigos e superados voltam à tona como munição ou ficam de fato no passado?
Ficam no passado — discutimos apenas o foco atual
Às vezes são mencionados, mas sem virar o foco principal
Sempre resgatam o histórico antigo para aumentar o peso da briga
Cada nova briga acumula o peso de todas as anteriores
Pergunta 8 de 8
A segurança no futuro do casal
Olhando para o panorama geral da relação...
No fundo, você sente firmeza de que vocês sabem passar pelos conflitos e sair mais fortes?
Sim, tenho plena confiança na nossa capacidade de nos acertarmos
Na maioria das vezes sim, embora haja oscilações
Sinto dúvida e cansaço com certa frequência sobre o rumo disso
Cada crise abala profundamente minha segurança na relação
⚠ VOCÊ INDICOU PENSAMENTOS OU COMPORTAMENTOS DE SE FERIR
CVV: ligue 188 (24h, gratuito) ou acesse cvv.org.br. Em risco imediato, procure o pronto-socorro ou ligue 192.
Teste Online de Borderline TPB
Uma autoavaliação educativa baseada nos critérios do DSM-5-TR para entender padrões emocionais e relacionais O teste é totalmente anônimo.
São 4 etapas: critérios centrais, quadro atual, contexto clínico e histórico de infância. Leva poucos minutos.
Este teste é informativo, não substitui diagnóstico profissional. TPB só pode ser diagnosticado por psiquiatra ou psicólogo através de entrevista clínica.
Bloco 1 · Critério 1 de 9
Esforços desesperados para evitar abandono
Nos últimos anos, com que frequência você entra em pânico ou age de forma extrema quando sente que alguém vai se afastar (real ou imaginário)?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 2 de 9
Relacionamentos intensos e instáveis
Seus relacionamentos costumam alternar entre idealizar a pessoa ("é perfeita") e desvalorizá-la completamente ("é terrível") em pouco tempo?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 3 de 9
Perturbação de identidade
Sua imagem de si mesmo(a) ou senso de quem você é marcadamente instável, mudando de forma abrupta ao longo do tempo?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 4 de 9
Impulsividade em áreas prejudiciais
Você age por impulso em pelo menos duas áreas potencialmente prejudiciais (gastos excessivos, sexo sem proteção, uso de substâncias, direção perigosa, compulsão alimentar)?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 5 de 9
Comportamentos ou pensamentos de se ferir
Você já teve comportamentos, gestos ou ameaças recorrentes de suicídio, ou se machucou intencionalmente para lidar com a dor emocional?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 6 de 9
Instabilidade afetiva
Seu humor muda com muita intensidade em resposta a acontecimentos (raiva, ansiedade, desespero), durando horas a poucos dias?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 7 de 9
Sentimentos crônicos de vazio
Você sente com frequência um vazio interno difícil de preencher, mesmo em meio a atividades ou pessoas?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 8 de 9
Raiva intensa e inadequada
Sua raiva surge com muita força, é difícil de controlar e às vezes te surpreende pela intensidade?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 1 · Critério 9 de 9
Ideação paranoide ou dissociação sob estresse
Em momentos de estresse, você já sentiu que as pessoas estavam contra você, ou teve sensações de "desconexão" de si mesmo(a) ou da realidade?
Nunca
Às vezes
Frequentemente
Quase sempre
Bloco 2 de 4 · Quadro Atual
Como esses padrões se manifestam hoje
Essas perguntas ajudam a entender o contexto atual. Responda com sinceridade — não há resposta certa ou errada.
Nem um pouco
Um pouco
Muito
Extremamente
Bloco 3 de 4 · Contexto Clínico
Seu histórico de saúde mental
Preencha apenas o que fizer sentido para você. Esses dados não são armazenados.
Sim
Não
Sim
Não
Não sei
Bloco 4 de 4 · Histórico de Infância
Sobre sua vida antes dos 18 anos
Responda sim ou não para cada uma. Se preferir, pode pular — mas quanto mais responder, mais preciso será o adendo final.
Item 1 de 9
Um dos seus pais ou responsáveis costumava xingar, humilhar ou fazer você se sentir ameaçado(a) fisicamente?
Sim
Não
Item 2 de 9
Você apanhou de forma que deixasse marcas, ou sofreu violência física recorrente em casa?
Sim
Não
Item 3 de 9
Algum adulto ou pessoa mais velha tocou você de forma sexual, ou tentou/forçou contato sexual?
Sim
Não
Item 4 de 9
Você sentiu que ninguém na família te amava ou te achava importante?
Sim
Não
Item 5 de 9
Você teve falta de comida, roupas limpas ou proteção — ou seus pais estavam incapacitados demais (por álcool, drogas etc.) para cuidar de você?
Sim
Não
Item 6 de 9
Seus pais se separaram, ou um deles ficou ausente por muito tempo?
Sim
Não
Item 7 de 9
Sua mãe (ou padrasto/madrasta) foi vítima de violência doméstica na sua frente?
Sim
Não
Item 8 de 9
Seu pai ou algum avô teve diagnóstico de transtorno mental, alcoolismo ou dependência química, mesmo que nunca tratado formalmente?
Sim
Não
Item 9 de 9
Alguém em casa era deprimido, tinha transtorno mental ou tentou suicídio?
Sim
Não
Seu resultado
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Este teste é uma triagem informativa, não um diagnóstico. O Transtorno de Personalidade Borderline só pode ser diagnosticado por psiquiatra ou psicólogo através de entrevista clínica aprofundada.